Sobre

José Luiz Moreira Garcia é formado em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, antiga Escola Nacional de Agronomia, em 1974 e fez Pós-Graduação no Departamento de Horticultura com especialização em Fisiologia Pós-Colheita e Bioquímica de Frutas na Michigan State University entre os anos de 1977 e 1981.

Posteriormente retornou aos EUA dezenas de vezes entre os anos de 1999 e 2019 para participar de Cursos e Conferências promovidos pela Acres USA e outras instituições, quando, então, teve contato com os fundadores da então chamada Agricultura Biológica criada por ‘Doc’ Carey Reams, também pensadores independentes como o Dr. William Albrecht, Dr. Phill Callahan, como também os da mais nova geração, como Dr. Dan Skow, Dr. Elaine Ingham, Bruce Tainio, Dr. Phill Wheeler, Dr. Arden Andersen, Hugh Lovel, Gary Zimmer, Jerry Brunetti e tantos outros.

Recentemente teve contato com Graeme Sait da Nutri-Tech Solutions Pty. da Austrália, o agrônomo John Kempf da AEA, e o Dr. Don Huber, professor emérito da Purdue University, os quais foram decisivos para o seu entendimento do funcionamento das plantas.

Estudou todos esses e vários outros autores e hoje professa o seu próprio entendimento de como as plantas devem ser cultivadas e conduzidas, o que, às vezes, antagoniza o conhecimento formal do status-quo Acadêmico Científico.

Tem sido um crítico impiedoso de todo o Agronegócio por ser uma atividade que mantém o produtor, até certo ponto, escravizado a um sistema caro que diminui lucros, por ser um sistema tóxico e por ainda utilizar substâncias nocivas e principalmente porque produz alimentos de baixa densidade nutricional. Caso os que não se cansam de louvar o Agronegócio e de forma até coloquial o tratam por “Agro” tenham se esquecido, a Agricultura existe para produzir alimentos que alimentem pessoas e animais e não essas quimeras biológicas e transgênicas de baixa densidade nutricional, chamadas de commodities.

Fundador do Instituto de Agricultura Biológica (www.institutodeagriculturabiologica.org) em 2015, o qual continua ativo formando e educando toda uma plêiade de novos agricultores, técnicos e consultores que  pensam na Agricultura de maneira mais arrojada e liberta das amarras pseudocientíficas acadêmicas, e que desejam cultivar as plantas de maneira menos tóxica.

Deixe uma resposta