Se as Rochas Falassem

7 comentários sobre “Se as Rochas Falassem”

    1. Obrigado.
      Quem parece não ter gostado muito foi o pessoal da Embrapa.
      Não deveriam, pois recebem o seu salário pagos com o nosso imposto e
      portanto não estão acima do bem e do mal.
      Devem satisfação aos contribuintes.

      Jose Luiz

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  1. Mais uma vez quero agradecer ao Srº Drº José Luiz, por este tema tão importante e essencial para que se de ao solo tudo aquilo que ele merece.

    Venho sempre compartilhando as Vossas explanações técnicas ligadas a agricultura. Tem se mostrado muito preciosas, e mais ainda quando se aplicam na prática. Tenho conhecidos doutorados em Fitopatologia de plantas, e eles me acompanham aqui no sítio, bem de perto no manejo nutricional e biológico, eles dizem que tem que voltar pra faculdade de novo! Rsrsrs

    Tenho desenvolvido pequenos trabalhos no cultivo de alimentos, e estes e outros conhecimentos que o Srº vem compartilhando, tem sido realmente muito precioso.

    Gostaria de saber um pouco ou bastante mais sobre este tema : “” Pós de Rocha funcionam sempre melhor se essa microbiologia de solo for incentivada pela adição de fontes de matéria orgânica, compostos ou pela inclusão de preparados microbiológicos como Compost Tea, E.M., Bacsol, PSB, etc… pois são eles quem irão solubiliza-las mais do que qualquer outro fator climático e ambiental. “”

    Se possível, me dê algumas dicas sobre este precioso assunto.

    Muito agradecido por Vossa preciosa atenção Drº José Luiz.

    Marcos Soares

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    1. Caro Marcos,

      Na verdade esse artigo foi uma singela homenagem ao Grupo de Agricultores de Mineiros, Goiás
      liderados pelo colega Rogério Vian e que tem sido bastante ajudado na escolha dos seus pós de rocha pelo
      Dr Éder de Souza Martins da Embrapa Cerrados, verdade seja dita. O Dr Éder Martins é um Geólogo de formação,
      mas que junto a vários outros seus colegas estão entre os primeiros brasileiros a criticar, assim como eu, a falta de
      soberania do nosso pais por importar cerca de 70% dos fertilizantes utilizados na agricultura brasileira
      e tentar buscar fontes alternativas de insumos para nos livrar dessa dependência.
      Só esse reconhecimento por parte do Status Quo científico, para mim. já é motivo de júbilo e alegria.
      E quero aqui, de público, reconhecer o importante trabalho desse grupo. Existem arestas é claro, mas o mais
      importante é que estamos trabalhando na mesma direção.
      Dito isso, posso agora, então, responder a sua pergunta.

      Esse grupo de Mineiros, GO, foi um dos primeiros a perceber na prática, o seguinte :
      1. Os pós de rocha devem ser usados em quantidades ponderáveis. Alguns tem usado até 7 tons/ha.
      2. O pó de rocha, assim como o Fosfato Natural e até mesmo o calcário, deve ter uma granulometria
      fina para acelerar o processo de solubilização dessas rochas, também chamado de intemperismo.
      3. Essa intemperização, dissolução, era mais rápida e eficiente quando se usava algum tipo de produtos
      que continha microrganismos vivos. O que ficou bastante conhecido e foi bastante usado por eles
      é o chamado BACSOL de uma empresa de São Paulo que usa uma tecnologia tipo caixa preta japonesa.
      Afirma que contém 250 microrganismos mas não cita nomes, porém já foi suficientemente testado na prática
      para que eu possa recomendá-lo. Outro é um outro concorrente deles ENZIMAC que produz o PSB
      ( de Phosphorus Solubilizing Bacteria) . E.M. vem de Efficient MIcroorganisms da Mokiti Okada e Korin.
      E assim por diante, o solo tem que conter microrganismos para solubilizar os pós de rocha.
      Compost Tea foi um conceito que eu introduzi em 1998 e consiste em fazer-se um extrato de composto
      de qualidade ou de humus de minhoca agregado de alguns nutrientes como acidos humicos, kelp, melaço,
      etc…
      4. De nada adianta estimular a microbiologia do solo e depois “dar um tiro no pé” usando Glifosato que comprovadamente
      mata diversos microrganismos benéficos como Trichoderma, Pseudomonas fluorescens, etc…
      ou usar KCl que agrega níveis de cloro superiores aos usados em piscinas.

      Portanto, esse mérito é todo deles e não meu. No próximo dias 20 a 22 de AGÔSTO de 2018 em Goiânia vão sediar o
      II Fórum de Agricultura Sustentável – Um Novo Caminho que está sendo organizado pela Aprosoja de Goiás. Se puder
      comparecer eu vou estar falando sobre a Saúde do Solo – Um Novo conceito de Fertilidade agrícola Sustentável.

      Abraços

      José Luiz

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  2. Muito bom eu já estudo rochas em Mato Grosso a 10 anos, sou agricultor é pesquisador e conheço os benefícios do pó de rocha, estamos juntos.

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    1. Obrigado.

      Eu creio que esse artigo deixou claro que o principal motivo pelo qual os Pós de Rocha funcionam é
      principalmente por causa do Silício e não pela riqueza de outros minerais, os quais também podem
      contribuir mas nunca em função e na quantidade do silício presente.

      Abs

      Jose Luiz

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