ENXOFRE

13 comentários sobre “ENXOFRE”

  1. Caro José Luiz,

    Estava no aguardo desse artigo sobre enxofre. Diante de algumas formas de manejo deste nutriente aqui no Mato Grosso onde temos muita deficiência, está a utilização de adubos formulados com super simples mas que não atendem a demanda nutricional. Além disso tem se usado o enxofre elementar (bentonita) que acredito que tenha ajudado. Minha dúvida é em quanto tempo após a aplicação desse enxofre elementar consegue-se disponibilizar o nutriente para a planta? Visto que temos chuvas normalmente meados de setembro e até lá o clima é extremamente seco e o solo por uma série de razões de manejo inadequado tem uma microbiologia pouco ativada. Você comentou a respeito de fertilizantes que contenham sulfato na formulação. Além de usá-los para garantir o nutriente no momento que a planta necessita, podemos aliá-lo com a aplicação do enxofre elementar? Entendo que existem empresas que defendem que seus produtos o têm nas duas formas elementar e sulfato, porém nos níveis de deficiência que se encontra as doses praticadas comercialmente não atendem a exigência nutricional.
    Em sua opinião, qual o melhor manejo que se encaixaria nesse cenário?

    Outra coisa, venho trabalhando esses conceitos com meus clientes e muitos deles têm muito interesse no manejo coerente e inteligente do sistema produtivo. Porém a utilização de pó-de-rocha é tido como uma ferramenta imprecisa e de uma agricultura de baixas produtividades pelos “profissionais” da região. Tendo eu por muitas vezes e cada vez mais sido chamado de louco ou estúpido. Porém após a utilização de silicato de magnésio para um problema específico de meu cliente os resultados colhidos foram simplesmente impressionantes. Começa-se a desenhar um novo cenário. Além do fornecimento desse nutriente específico está o Silício que poucos ou quase ninguém entende e sabe da importância. Gostaria de saber de você que com a experiência que possui, poderia me dizer se o uso de pó-de-rocha (a depender de sua origem) fornece essa quantia de enxofre necessária para as plantas cultivadas? Para solos com cultivo de soja e safrinha por longos anos sem rotação de cultura e microbiologia pouco ativa, a utilização de pó-de-rochas teria uma queda em produtividade nas primeiras safras? Para os solos do Mato Grosso, deve ser utilizada uma fonte específica de rochas aqui da região??
    Além disso, aqui no Mato Grosso, você conhece ou trabalha com algum cliente que utiliza esse manejo com rochas finamente moídas?

    Sei que você vai palestrar no evento de Agricultura Sustentável em Goiânia e infelizmente eu não poderei ir, mas tenho a ideia de organizar um evento desse tipo aqui na região. Por enquanto preciso manter o contato pela internet.

    Obrigado por compartilhar o seu conhecimento.

    Att,

    Petrus

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    1. Caro Petrus,

      Parte das informações que vc está me pedindo estão contidas no meu artigo. Portanto, eu lhe peço encarecidamente que leia atentamente aquele artigo.

      Eu coloquei muito do meu tempo e experiência para escrever aquelas linhas todas. E tem mais, eu duvido que no Brasil, alguém atualmente tenha lido mais sobre o enxofre do que eu. Eu tenho todos aqueles livros mencionados nas referências e todos foram lidos e relidos.
      O meu conhecimento sobre o Enxofre transcende as fronteiras da Agronomia e se estende até a Nutrição Animal e Humana.

      Portanto, eu repito leia o artigo.

      A sua pergunta sobre disponibilização do enxofre elementar no solo, ou seja a sua oxidação até a forma de Sulfato, está respondida no corpo do artigo, isto é, vai depender do calor, da umidade e da textura do solo, mas GERALMENTE é de 4 a 6 semanas e portanto deve ser usado anteriormente ao plantio.

      Os teores de enxofre no solo também são mencionados no artigo, bem como as matérias primas que podemos usar para atingi-los. Ali ensino formas de calcular as quantidades necessárias.

      Jamais em tempo algum o artigo menciona que o “Pó de Pedras” seria fonte de enxofre. Leia o artigo.

      Estou pouco me importando para o que as empresas dizem ou deixam de dizer. As empresas estão nesse negócio é pra ganhar dinheiro. Não é para ajudar ninguém. Se você acha que alguma empresa quer lhe “ajudar” eu sugiro aconselhamento e ajuda profissional.

      Agora em um país onde até quem deveria estar fazendo pesquisa séria, como a Fundação MT, você vê verdadeiras barbaridades, como nesse ultimo “estudo” do tal Protocolo Boro, você também já pode imaginar o que esses agrônomos de quinta categoria que trabalham em empresas de fertilizante podem dizer ou fazer.

      O enxofre contido nesses fertilizantes não daria nem para “o cheiro” como se diz na gíria.

      Eu lamento que você não possa comparecer no evento de Goiânia porque isso ajudaria e muito abrir a sua cabeça.

      O maior problema na nossa área é realmente de psicologia e não de agronomia. O campo foi deseducado por décadas de informações erradas e não será em alguns anos que irá mudar, entretanto hoje em dia já temos cerca de 10 milhões de hectares que praticam uma agricultura bem mais sustentável e o evento de Goiânia é uma prova concreta disso.

      Lá você poderá encontrar outros agrônomos e agricultores e trocar experiências e tirar dúvidas e ver que não está no caminho errado. Seria a forma mais rápida e mais barata de você progredir nesse novo modelo agrícola.

      O nível de dúvidas que você tem vai demandar da minha parte um tempo do qual eu não disponho para disponibilizar de forma gratuita mesmo porque não sou funcionário publico como esse verdadeiro exército e legião de profissionais que engrossam as fileiras das Embrapas, Emateres e Fundações da vida aqui no Brasil. Eles sim é que deveriam estar aqui respondendo as suas dúvidas, mas creio que com o nível de entendimento atual desse povo todo, isso não seja realmente possível.

      Sinto muito mas o que você está me pedindo é uma consultoria de forma gratuita. Para fazer um trabalho decente e honesto eu teria que gastar tempo e me debruçar sobre os seus problemas e se o fizesse sem o devido tempo necessário não seria nem honesto e nem profissional da minha parte. Espero que entenda a situação.

      Atenciosamente

      José Luiz M Garcia
      Instituto de Agricultura Biológica

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      1. Caro José Luiz

        Eu infelizmente escrevi a pergunta a respeito do enxofre com pouco tempo e de fato não li atentamente o artigo. Então eu peço desculpas. Entendo a situação e agradeço pelas informações. Minha curiosidade foi além e portanto peço desculpas por estender o assunto.

        Att

        Petus

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  2. Olá Sr José Garcias,
    antes de tudo quero agradecer mais um artigo rico em conteúdo e informação fidedigna! Com relação ao enxofre, li alguns artigos escritos pelo pesquisador Dtr. Wagner Luiz Polito, do Insituto de Química de São Carlos, escritos principalmente nas edições da extinta revista Agroecologia Hoje, Rochagem e Trofobiose I.
    Grande parte das informações que dispõe em seu artigo foi tratada pelo Dtr Polito, de forma que reforça ainda mais a importância do enxofre na complexação de aminoácidos livres (proteinossíntese), e esta diretamente ligado a resistência da planta, mas tambám ao estimulo da produtividade!
    obrigado e espero podermos conversar pessoalmente em Goiânia.
    Grande abraço

    Daniel Mol

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    1. Olá Daniel,

      O Prof Polito é outro da conhecido da velha guarda. Foi um dos entusiastas, é verdade,
      dos efeitos do enxofre, via Calda Sulfocálcica, que ele conhecia como ninguém.

      Com relação a chamada “Trofobiose” é um termo muito usado mas pouco entendido.
      Quer saber a minha opinião ?
      Eu acho esse têrmo mais atrapalha do que ajuda o entendimento da nutrição vegetal.
      A Trofobiose bate nessa tecla da Proteosíntese x Proteólise mas se esquece que não são amino
      ácidos livres quem atrai os insetos. Inseto gosta de moléculas simples. Quanto mais simples melhor.

      Antes de você ter amino acido você vai ter nitrato e depois amina, para , então, ter os amino ácidos.

      Trabalhos atuais e recentes na Holanda demonstram que o nível de nitrato na planta determinam e
      predizem com precisão o exato momento ou o dia que haverá o ataque de determinado inseto, caso
      o excesso não seja prontamente corrigido.
      Aquele velho mantra, portanto, do Proteólise x Proteosíntese já caiu em desuso.

      Sim será um prazer conversar consigo pessoalmente em Goiânia. Até lá.

      Um abraço

      José Luiz

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  3. Boa noite
    Sou um leitor frequente deste blog e aprendo muito com o que vejo aqui.
    Sou agrônomo e produtor de orgânicos, especialista em Sistemas Agroflorestais. Concordo plenamente com as críticas feitas a agricultura sintrópica e outras correntes de agricultura alternativa (custo elevado e promessas de se criar fertilidade do nada).
    Mas confesso que uma questão me desperta enorme curiosidade: como que se explica a propagada enorme produtividade de fazendas de cacau no sul da Bahia, em solos originalmente pobres, aonde apenas seguindo a sucessão vegetal (sem insumos) proposta pela agricultura sintrópica consegui-se chegar a produtividade de 80 arrobas por hectare, quando a media da região é de 25 arrobas?
    Sendo os solos da região profundos, teriam as árvores pioneiras conseguido alcançar a rocha subterrânea e disponibilizado os nutrientes na superfície do solo através das podas? Em um clima bastante quente e úmido, os fungos do solo, teriam sua ação potencializada ( alta extração de nutrientes mesmo no solo pobre)? Ainda mais se contanto com a diversidade do sistema, e a madeira podre das podas (alimento para os fungos)…
    Minha curiosidade é puramente científica, não é de maneira alguma algum tipo de provocação ou coisa do tipo. Essas questões realmente me tiram o sossego.

    Muito obrigado desde já
    Abraço
    Fábio Ribeiro.

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    1. Boa Noite Fábio,

      Em primeiro lugar obrigado por me dar a oportunidade de poder explicar o meu ponto de vista.

      A Lei da Conservação da Matéria ainda não foi revogada e, portanto, temos que enfocar tudo em
      função da mesma, ou seja, não dá para criar alguma coisa material partindo-se do nada. Ponto.

      Porém, a produção agrícola é sempre resultante de um somatório de fatores onde o nível de minerais
      do solo é apenas um deles. Na equação final esses minerais corresponderiam a somente 5% do total
      exigido para a produção. Então, a nossa questão já está delimitada. Estamos discutindo sobre esses
      5% e não sobre 100%. Ë muito importante entender-mos esse aspecto antes de prosseguir.

      A minha critica é mais no sentido de que, mesmo no sistema agroflorestal ou sintrópico, a produtividade
      poderia ser maximizada se um cuidado melhor com alguns minerais fosse tomado. Não é, obviamente uma
      condenação ao sistema, muito pelo contrário.

      Eu gostaria que vc me informasse se essas produções informadas são suas ou alguém te falou que
      obteve esse tipo de produtividade e, em caso afirmativo, que desse nome aos bois, isto é, que mencionasse
      o nome do produtor. Isso é muito importante para todos nós. Temos que trabalhar em cima de dados reais.

      Se vc está se referindo a produção do Ernst, eu fui informado que a produção dele é mínima ( em numero de sacas )
      e que não serviria de parâmetro para ninguém.
      Pelo menos foi isso o que me informaram. Eu nunca estive na propriedade dele no Sul da Bahia.
      Gostaria, inclusive, que você confirmasse ou não essa informação.
      Não gostaria de cometer nenhum tipo de julgamento precipitado sem antes confirmar essa informação.
      Temos que saber melhor o que vem a ser essa “propagada enorme produtividade de fazendas de cacau”.

      Outra informação muito importante para tentarmos acessar o que estaria ocorrendo seria o nível de nutrientes
      do solo “antes” e “depois” para nos certificarmos de que estaria ocorrendo uma “mineiração” por parte das arvores
      com essa reciclagem ramial.

      Uma vez esclarecida essa dúvida eu creio que nós podemos, então, tentar explicar o que está ocorrendo.

      Fico no aguardo das suas informações para então tentar explicar o que aconteceu, mas sim as arvores tem essa capacidade
      de reciclar bem mais que as plantas de cobertura. Além do mais, precisamos saber se as propriedades que optaram pelo
      cultivo consorciado com arvores, a.k.a., sintrópico, já haviam sido cultivadas no passado e por quanto tempo.
      Essa informação é igualmente importante para entendermos o que está acontecendo.

      De qualquer forma, alguma coisa de positivo já sabemos, de ante mão, ocorre com esse cultivo intercalado com
      arvores e de onde é utilizada a porção ramial, isto é, os galhos. Os galhos tem uma característica diferente em termos de
      composição que o tronco, por exemplo e de outras fontes de biomassa como gramíneas, leguminosas, etc…
      E essa porção ramial (e nisso vc tem razão) tem a capacidade de ser metabolizada, por assim dizer,
      pelos fungos de solo, favorecidos como vc disse pelo ambiente favorável ( temperatura e umidade) .
      Aliás, somente os fungos poderão dar conta de material com relação Carbono/Nitrogênio tão elevada. Bactérias jamais
      se sentiriam “atraídas ” por tal alimento tendo a mais baixa relação C/N de toda a Natureza, isto é 5:1.
      Essa porção ramial tem a capacidade de formar compostos humicos e outros compostos recalcitrantes que,
      sem dúvida alguma, irão potencializar todo o sistema.
      Em outras palavras, irá se conseguir obter o mesmo resultado final usando menos nutrientes, pois esses estariam
      sendo melhor utilizados ou, em outras palavras, maximizados.

      Esse grupo de organismos de solo, isto é, os fungos, são exatamente aqueles que irão reter o Cálcio, por exemplo.
      Então, mesmo que os níveis de Cálcio sejam baixos nesse solo, esse baixo nível sendo integralmente retido pelos
      fungos de solo estariam sempre disponíveis, o que já não ocorre em solos totalmente manejados no sistema convencional
      com níveis de fungos quase inexistentes, e que, portanto, requerem níveis e inputs maiores desse mineral.

      É inegável que o sistema sintrópico mimetiza mais o ecosistema florestal que, em ultima analise, deve ser sempre a nossa
      referência em termos de objetivos a serem alcançados posto que é o sistema que mais fixa carbono na face da Terra
      e toda a produção vegetal é, em ultima analise, um processo de fixação de carbono.

      Eu tenho algumas idéias sobre o que estaria acontecendo mas prefiro esperar as suas informações com relação as
      produções para, então, complementar.

      Nunca nos esquecendo que a produtividade final é o resultado de vários fatores tais como :
      1. Porosidade do solo ( oxigenação) – nesse caso favorecida pela porção fúngica e fração humica.
      2. Umidade – também favorecida pela melhor estrutura e níveis de M.O. ( humus)
      3. Volume explorado pelas raízes
      4. Fungos micorrízicos – que nesse caso devem estar funcionando 100%.
      5. Níveis de Nutrientes do solo – mas isso é apenas 5% de toda a equação.

      Um sistema como esse, que mimetiza a floresta, deve estar com os outros 95% representados pelo
      Carbono, Oxigênio e Hidrogênio, plenamente satisfeitos e isso ajuda bastante todo o processo de
      expressão do genoma da planta.

      A maioria dos sistemas convencionais são carentes desses elementos que correspondem a 95%
      do que a planta necessita para produzir matéria.

      Fico no aguardo das informações complementares.

      Até lá, um abraço.

      José Luiz

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  4. Boa tarde José Luiz

    Eu acho que entendi desde o princípio seu ponto de vista sim, de que era uma crítica construtiva ao sistema agroflorestal.
    Bom, eu também nunca estive no sul da Bahia, eu tinha visto um video afirmando que a propriedade do Enerst produz 80 arrobas por hectare, e que a media na região é de 20…mas isso realmente não quer dizer muita coisa, se tiverem muitos produtores ruins na região essa media vai pra baixo. Também é dificil dizer que 80 arrobas é uma produtividade alta, há informações na internet de sistemas de produção de 200 arrobas, mas a que custo, e qual a qualidade desse cacau é dificil saber. Confesso que tenho muito poucas informações. Não encontrei o video, mas achei esse outro que fala de uma propriedade sintrópica que chega a 70 arrobas: https://www.youtube.com/watch?v=ZKAwMtR6qgw

    De qualquer maneira, sempre desconfio quando tem gente demais vivendo da imagem de uma pessoa, como no caso do Ernest. Conheci alguns “discípulos” do Ernest, chegam a ser caricatos…. A relação discipulo-guru senso stricto é sempre parasitária, as vezes pra um lado, as vezes pro outro. E nunca algo mutualístico como uma amizade. Aprender com alguém que sabe muito mais é sempre ótimo, aceitar qualquer coisa que essa pessoa tem a dizer sem raciocinar é que fica complicado.

    Mas é lógico que ele fez coisas muito interessantes.
    Fico pensando que o grande acerto do Ernest foi na escolha da cultura, o cacau é o sub bosque da floresta, fica muito mais fácil ciclar nutrientes quando se tem uma floresta toda acima da cultura principal. Pra anuais a coisa fica bem mais complicada.
    O que tenho tentado descobrir é se sistemas agroflorestais e agricultura biologica podem potencializar uma a outra. Não espero que responda todas as perguntas que farei a seguir, mas só pra você entender mais ou menos aonde eu gostaria de chegar: Seguindo-se protocolos de formação de comunidades ótimas de microorganismos no solo ( produção on farm), considerando que na agrofloresta buscamos sempre a maximização da fotossíntese, estratificando as culturas, trabalhando a sucessão mesmo em anuais, ou seja, muito fotoassimilados sendo “injetados” no solo pra comunidade microbiana…será possível aproveitar mais ainda o potencial genético das plantas? O pessoal da agrofloresta diz que as raizes de arvores podadas liberam exudados que interagem com as mudas e sementes na clareira recém aberta, e há mecanismos genéticos nas plantas pra lidarem com estas “informações” exudadas pelas raízes. Como os organismos do solo respondem as podas? No momento em que as árvores perdem as copas e mobilizam as reservas das raízes…o que acontece com a comunidade microbiana do solo? Há um momento ideal pra sincronizar os dois manejos, biológico e agroflorestal? Por exemplo: aplicar E.M no momento da abertura das clareiras. No seu artigo sobre micorrizas você diz que talvez faixas de cultura de cobertura micorrizáveis sequestrem mais carbono do que ficar plantando e roçando estas culturas, e linhas de árvores no lugar do capim, potencializariam esse efeito? Enfim…são perguntas que me faço o tempo todo.

    Muito obrigado de qualquer maneira pela reposta anterior, foi muito esclarecedora

    Tenho o infinito pra estudar ainda…não sei nada.
    Um abraço
    Fábio Ribeiro.

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