Dois Lados da mesma Moeda

4 comentários sobre “Dois Lados da mesma Moeda”

  1. Muito interessante , o estado natural é um aliado, e de maneira nenhuma deve ser tratado com desprezo , ou como um escravo a serviço de seu senhorio.

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    1. Perfeito.
      Porém eu tentei focar mais na questão da multiplicidade de enfoques que todo problema merece ter.
      Por exemplo essa questão do gás metano produzido pelo gado que é tanto criticado pelos chamados “donos da verdade” e “defensores da Natureza de plantão”. Eles estão tão desinformados que a maioria deles ainda acha que o gás metano sai da extremidade oposta a cabeça da vaca, quando na verdade ele é arrotado e é fruto da fermentação das bactérias metanogênicas que estão no rúmem desses animais.
      O gado ao regurgitar o bolo alimentar para ser ruminado libera o gás metano pela boca.
      Ocorre que esse gás ao chegar a atmosfera se combina rapidamente com o vapor d’água e volta ser CO2 rapidamente, e é reabsorvido de volta pelas plantas que esse mesmo gado pastejou e estimulou a rebrotarem e, portanto, a consumirem mais CO2.

      Eu já vi de tudo nessa vida. Até um ícone da chamada Agricultura “Sustentável” dizer que ( pasmem) “o calcário contribui para o efeito estufa por liberar CO2”, se esquecendo que esse mesmo calcário, que sim libera CO2, faz com que as plantas se desenvolvam melhor, cresçam, se desenvolvam e com isso voltem a reabsorver todo esse CO2 liberado e de quebra ainda mais um outro tanto previamente existente na atmosfera. Ou seja o balanço é negativo, isto é, sai mais CO2 do que entra e isso é bom. A esse tipo de raciocínio eu chamo de raciocínio míope.

      Outro grupo de animais que também produz gás metano seriam os cupins, devido a sua flora intestinal de bactérias metanogênicas, mas desses eu ainda não vi nenhum desses sabichões falar mal até hoje.

      Até hoje eu só vi casos de Bovinofobia e agora esse caso esporádico de Calcariofobia.

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  2. Estou gostando muito da suas postagens professor. Parabéns!
    Sou estudante do ultimo ano de agronomia, e não me conformo com a ciências agrarias.
    Quanto mais estudo sobre os benefícios que a vida no solo pode favorecer as plantas, fico mais convicto que nos Eng agrônomos somos loucos, prepotentes e burros.
    Somos doutrinados a trabalhar contra a natureza. E imaginamos que nosso conhecimento de química, CTC, fertilidade do solo etc, podemos oferecer a planta um serviço melhor do que a natureza oferece. Grande ilusão!

    A química jamais poderá substituir a biologia!

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    1. Agradeço as suas palavras de incentivo.
      Porém, veja toda essa questão por um outro prisma.
      Que tal se eles estivessem certos e nós estivesse-mos errados ? Seria bem pior.
      O seu emprego já está garantido e estará sempre garantido enquanto eles estiverem errados.
      Para agrônomos como você nunca faltarão empregos.
      O meu conselho é : Aprenda e pratique bem o inglês de depois tente adquirir alguma experiência em
      Agricultura Biológica de preferência na Australia, Nova Zelândia ou Estados Unidos.
      Nesse campo infelizmente ainda não existe formação acadêmica mas tem muita gente boa trabalhando
      no dia-a-dia e obtendo resultados excelentes.

      Sds

      Jose Luiz

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